
Prólogo- Nebula
Quando poderia imaginar que, eu, uma simples bibliotecária guardava uma relíquia de Thantara, nem ao menos sei exatamente a importância disso.
Revisei várias vezes a história que o casal me contou. É claro que eu sabia que existiam outros mundos, talvez habitados, mas nunca imaginei conhecer um ser que viesse de outra parte do espaço, com o único objetivo de resgatar um objeto e a história daqui, porque Nebula iria acabar. Essa era a pior parte, o planeta estava morrendo, e com ele todos seus habitantes.
Estava já na terceira reformulação de diálogo que queria ter com eles, quando chegaram.
– Por favor, sentem-se.
–Olá Zahirah.
–Olá.
–Você pensou sobre o que conversamos e chegou a uma conclusão?
–Só gostaríamos que soubesse que não depende de conseguirmos levar a relíquia conosco ou não, o destino do seu mundo é um só. – Era por isso que ele estava ali, para buscar a tal relíquia, o meu Simeon, já bem gasto de tanto tocar músicas.
– O que Theros quer dizer, Zahirah, é que se você decidir nos entregar a relíquia não fará com que seu mundo seja destruído, ele já está velho e saturado, ele vai inevitavelmente morrer…
Tremores sacudiram toda minha casa novamente. Eles estavam ficando cada vez mais frequentes.
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